Todos os anos, no início da época do Advento, começam a surgir Mercados de Natal por toda a Alemanha, para assinalar a chegada da Época Natalícia. Os Mercados de Natal começaram há vários séculos, quando se tomou a decisão de deixar os mercados normais ficarem abertos durante mais alguns dias para alegrar um pouco a época fria. Na altura, as mercadorias eram expostas diretamente na rua e não nas casinhas de madeira que existem hoje em dia.

Antes dos Mercados de Natal, já se realizam mercados de inverno na Europa durante a Idade Média tardia. Normalmente, estavam abertos durante alguns dias. Estes mercados eram uma oportunidade para as pessoas se juntarem, comprarem comida e artesanato e, acima de tudo, para se abastecerem para o longo e frio inverno que se aproximava. Apesar de estes não se chamarem especificamente “Mercados de Natal”, serviam principalmente para comprar figuras de madeira, brinquedos e, acima de tudo, doces e comidas típicas desta época.

História dos Mercados de Natal na Alemanha

O primeiro mercado deste género registado na História realizou-se em 1298, em Viena, na Áustria e chamava-se “Mercado de Dezembro”. É possível que a ideia se tenha espalhado mais para norte a partir daí. Há várias fontes que dão datas diferentes para o início desta tradição (1310 em Munique, 1384 em Bauzen e 1393 em Frankfurt), mas alguns deles podem não ter sido “Mercados de Natal”, mas sim mercados que ficavam abertos durante mais um dia em dezembro.

O Consumismo no Natal não é de agora!

As compras de Natal já eram uma atividade muito popular no século XVII, por isso não se pode dizer que o consumismo seja uma coisa dos nossos tempos. As pessoas já se queixam disso desde aquela época. Normalmente, os mercados realizavam-se perto das igrejas principais das cidades, uma vez que eram locais privilegiados para chamar a atenção de quem participava nos serviços religiosos. Mas os mercados eram muito mais atrativos do que as missas! De tal modo que, em 1616, em Nuremberga, o padre se queixou que ninguém apareceu na missa da tarde na véspera de Natal… os fiéis tinham todos preferido ir fazer compras ao mercado próximo!

Diferentes mercados, diferentes produtos

Dependendo da cidade e da região, cada mercado tem as suas especialidades, tanto na comida como nos artigos que vende. Antigamente, os mercadores e artesãos só podiam vender os produtos e alimentos da sua própria cidade, o que fazia com que os mercados vendessem apenas produtos regionais e se tornassem num reflexo da cultura dessas zonas. Por exemplo, o Mercado de Erzgebirge é conhecido pelas suas figuras em madeira e pirâmides de Natal, enquanto que o de Lubeck é conhecido pelo massapão e de Nuremberga pelo Lebkuchen, um doce típico conhecido desde a Idade Média.

Os Mercados de Natal nos dias de hoje

Atualmente, os Mercados de Natal ainda preservam muitas características do passado. As pessoas vêem-nos como pontos de encontro maravilhosos cheios de luzes e de especialidades regionais, feitas apenas nesta época. As decorações natalícias feitas à mão, doces natalícios, vinho quente e outras iguarias gastronómicas, não são muito diferentes das que se faziam há centenas de anos atrás. Ainda pode encontrar os quebra-nozes de madeira, pirâmides de Natal, figuras em madeira de anjos, animais e duendes, estrelas de palhinhas, frascos de bolachas, ornamentos de vidro, brinquedos de madeira, decorações para árvores de Natal feitas de lata ou vidro, canecas, produtos em vidro, pratos e queimadores de incenso, tal como há 200 anos atrás.

Ficou encantado com os Mercados de Natal da Alemanha? Gostaria de visitar algum, mas não pode? Não o podemos levar até lá diretamente, mas para o aproximar um pouco mais da Alemanha, durante o mês de dezembro, a wisdom TRANSLATIONS vai oferecer 20% de desconto em traduções de Alemão-Português.

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Notícias

Comemorada no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças, a Black Friday começou por ser uma tradição norte-americana, mas, ao longo dos últimos anos, tem-se espalhado por todo o mundo e Portugal não é exceção. No dia 23 de novembro, irá certamente ver este termo espalhado um pouco por todo o lado, tanto em espaços físicos como online. Mas já alguma vez se perguntou de onde terá surgido?

 

A História

A verdade é que ninguém sabe ao certo como começou a tradição da Black Friday. A história mais conhecida sobre a origem deste dia de Saldos louco que inaugura oficialmente a época de compras natalícia diz que tal nome se deve à forma como as lojas registavam os seus lucros e perdas. Segundo esta versão dos acontecimentos, quando as lojas sofriam perdas, diziam que estavam “no vermelho” (“in the red”), enquanto que, quando tinham lucros, dizia-se que estavam “no negro” (“in the black”).

Uma vez que os consumidores americanos sempre tiveram a tendência de começar a fazer as suas compras de Natal no dia a seguir ao feriado de Ação de Graças, que nos Estados Unidos é sempre à quinta-feira, o termo “Black Friday” começou a tornar-se cada vez mais popular.

 

No entanto, a versão mais correta da história terá começado em Filadélfia, na década de 1950. Nesta cidade, no sábado seguinte ao dia de ação de graças, é costume realizar-se um jogo de futebol americano muito conhecido, onde as equipas do exército e da marinha dos Estados Unidos se enfrentam. A junção dos dois acontecimentos (Ação de Graças e jogo) provocava o caos na cidade, com milhares de pessoas a circular a pé e de carro. Além de não poderem tirar o dia de folga, os polícias tinham ainda trabalho extra para coordenar toda a gente que inundava a cidade e ainda os ladrões que se aproveitavam da confusão para assaltar lojas e transeuntes. Por isso, a polícia de Filadélfia começou a referir-se a este dia como a “Black Friday”.

O termo tornou-se de tal forma popular que, em 1961, a maioria das lojas em Filadélfia já o utilizava. No entanto, para lhe tirar a conotação negativa dada pelos polícias, houve quem tentasse mudá-lo para “Big Friday”, sem grande sucesso.

Embora fosse já uma tradição estabelecida em Filadélfia, o termo e a tradição só se espalharam para o resto do país na década de 1980.

Caos e violência

Nos Estados Unidos, a “Black Friday” é toda uma loucura, com lojas a abrir entre as 04:00 e 05:00 da manhã e filas de quilómetros, com pessoas que passam horas ao frio para conseguir aproveitar aqueles que são considerados os melhores descontos do ano. Algumas das lojas mais procuradas têm mesmo de contratar seguranças e ter uma escolta policial por causa dos distúrbios que acontecem todos os anos e que se tornam virais um pouco por todo o mundo.

E, nos Estados Unidos, não é um exagero dizer que estes saldos são de morrer. Em 2008, uma multidão de 2000 pessoas que estava à espera para entrar num Wal-Mart em Nova Iorque estava de tal forma ansiosa para entrar na loja que, quando as portas abriram, derrubaram e pisaram um funcionário de 34 anos que morreu no local. No mesmo dia, duas pessoas foram alvejadas mortalmente após uma discussão na Toys ‘R’ Us em Palm Desert, Califórnia.

Outras histórias incluem uma mulher em Porter Ranch que usou gás pimenta contra quem estava no seu caminho numa loja, causando ferimentos ligeiros em mais de 20 pessoas, ou duas pessoas que morreram baleadas na Florida, em 2012, numa disputa por um lugar de estacionamento.

 

Em Portugal ainda não chegamos a esta loucura, mas, pelo sim, pelo não, o melhor é mesmo aproveitar a Black Friday sem sair de casa. Veja as promoções que temos para si em Informática na wisdom IT CONSULTING e Tradução na wisdom TRANSLATIONS e aproveite este dia ao máximo!

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Sabia que o clitóris é uma iguaria tradicional na Galiza e que se realiza um festival em sua honra desde 1981? E que Mordor existe mesmo e está mais perto de si do que pensa?
Vamos contar-lhe duas histórias que mostram que o adjectivo correto para descrever o Google Tradutor é precisamente este: viável, mas não confiável.

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